Quando a gente pensa que sabe todas as respostas,vem a vida e muda as perguntas

30
Set 08

 A Avenida da Liberdade, um espaço público,vai  ser privatizada durante dois dias por conta e risco de uma marca de automóveis.Não parece haver qualquer incómodo cívico e à data não se conhece qualquer inquietação ambiental. Não parece também existir qualquer contradição entre o anunciado e as iniciativas do dia sem carros ou de encerramento do local para uso pedonal.Festa é festa!

publicado por José Manuel Constantino às 17:38

29
Set 08

Em trinta anos, as casas, propriedade da Câmara Municipal de Lisboa, foram cedidas ao abrigo de um poder discricionário de um responsável político mediante parecer dos serviços. Em trinta anos ninguém contestou este procedimento. Em trinta anos nenhuma vereação sentiu necessidade de tornar transparente e ao abrigo de critérios públicos uma matéria tão delicada e sensível. Este é o verdadeiro problema.Como o é saber em quantas  mais autarquias o património publico municipal é gerido deste modo. E  a resposta e a correcção da situação  são bem mais necessárias à boa governação da coisa pública  que saber quem foram os contemplados e os doadores.

publicado por José Manuel Constantino às 15:47

26
Set 08

Paulinho Santos está decidido a publicar um livro sobre fair-play e espírito desportivo. Contam fontes próximas do jogador que as hesitações iniciais foram vencidas. O jogador ter-se-á revisto no exemplo de Marques Mendes cujo livro aborda entre outros assuntos a “ética na política”.É intenção do ex-jogador ir até mais longe que o ex-dirigente politico e abordar o problema do “financiamento” das coisas. O lançamento do livro não tem ainda data marcada mas a vontade é que seja num espaço isento e imune a interpretações especulativas. Neste momento hesita entre o túnel do Dragão e o restaurante Vela Latina.

publicado por José Manuel Constantino às 09:46

24
Set 08

Discutir e decidir no plano legislativo se os homens podem casar com homens e as mulheres com mulheres é uma matéria que interessa sobretudo a quem, vivendo ou não em união de facto homossexual pretender “legalizar” essa situação. Nada tenho contra a essa vontade e à respectiva tradução legal. Se isso é o caminho para que sejam felizes que o sejam. Mas já não compreendo a não ser por calculismo político que o Governo continue a alimentar esta reivindicação “fraturante”(da JS,do BE e dos Verdes)não a arrumando de vez e invocando que o assunto não está na agenda do governo. É pena. É que já não há paciência para aguentar outra legislatura com o assunto por resolver e a valorização política de uma matéria que caindo claramente no dominio dos costumes e valores culturais do tempo que vivemos só ganharia em ser resolvida o mais depressa possível.

 

publicado por José Manuel Constantino às 17:17

23
Set 08

A oportunidade e a lucidez do  José Mário Ferreira de Almeida no Quarta República. Pode ler aqui.

publicado por José Manuel Constantino às 19:50

22
Set 08

 

Sensibilizar as populações e as autoridades públicas para os problemas ambientais e de constrangimento da mobilidade no interior das cidades criados pelos elevados índices de tráfego automóvel é uma intenção louvável. Encontrar soluções politicas na organização da vida das cidades que reduzam o transporte individual e promovam o uso colectivo dos mesmo é uma exigência incontornável . Infernizar a vida aos automobilistas, que sem alternativas razoáveis ao transporte individual, são obrigados a suportar umas diletantes jornadas do “dia sem carros”é pura demagogia. O que hoje se vai realizar por esse país fora é bem diferente, para melhor, do fundamentalismo das primeiras iniciativas. Mas não afastou o espectro da propaganda simplista que tudo parece resumir a umas pistas cicláveis e à troca  do carro pela bicicleta.

publicado por José Manuel Constantino às 10:20

11
Set 08

Cavaco Silva não demorou a responder a Rui Pereira. E este a esclarecer que quando falou em atrasos não se queria referir aquele. E o PS nega qualquer deterioração nas relações governo/presidência da república. Como aqueles casamentos que se só se mantêm por conveniência o que se procura dizer para fora, pouco corresponde ao que se vive por dentro.E com as várias eleições do próximo ano é de aguardar novos contributos doutrinários às teorias da "coabitação/força de bloqueio".

publicado por José Manuel Constantino às 11:07

09
Set 08

A “verdificação” das causas e práticas sociais é uma moda que em nome da sustentabilidade do planeta veio para ficar. Em parte porque o problema da preservação e defesa ambientais efectivamente existe, em parte também porque a moda virou negócio e fundamentalizou-se. Mas estava longe de imaginar que também existe um código verde para o sexo. A inefável Greenpeace ensina como, desde a certificação da madeira da cama, à luz apagada para se economizar energia , ao uso de ecolubrificantes e o banho conjunto para poupar água e utilizando só sabão. Uma verdadeira carta de princípios para a boa governação do sexo , mas que ,mesmo assim,fica a milhas do sempre recomendável  Kamasutra. De todo o modo algo a merecer a atenção do ministério da educação em sede dos manuais para a educação sexual. A salvação do planeta é uma tarefa de todos e o truca-truca não está à margem.

publicado por José Manuel Constantino às 10:28

08
Set 08

Os administradores hospitalares estão preocupados com o facto de se pagarem remunerações “altíssimas” a médicos do sector privado para garantir as urgências hospitalares .E aqui também se comenta o facto .Mas de quem é a responsabilidades da empresarialização do sector público de saúde ? De quem é a responsabilidade de uma política de remuneração no sector público claramente desincentivadora para os médicos ligados a esse sector da saúde? Não era expectável esta tendência do "mercado" face à lógica de uma política liberalizadora dos serviços públicos de saúde?

publicado por José Manuel Constantino às 13:33

05
Set 08

Uma notícia como esta revela que a criminalidade ligada ao furto não se aperfeiçoa apenas nos métodos, mas também é criativa no que rouba. Nunca tinha imaginado que uma ambulância pudesse ser atractiva para os ladrões.Mas como nada do seu equipamento foi furtado pode ter sido apenas para uma boleia.

publicado por José Manuel Constantino às 17:38

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Autor: JOSÉ MANUEL CONSTANTINO
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