Quando a gente pensa que sabe todas as respostas,vem a vida e muda as perguntas

30
Abr 10

Uma família, perante um quadro de naturais dificuldades financeiras, tende a gastar menos. A gastar de acordo com o rendimento disponível. Caso contrário endivida-se. Numa empresa passa-se o mesmo. Se gasta mais que o que tem ou pensa vir a ter , a prazo, entra em falência. Era expectável que com as finanças públicas se passasse o mesmo. Mas não .A divida cresce. O defice aumenta. O dinheiro está mais caro.Mas todos os dias somos surpreendidos com novas iniciativas governamentais, com projectos de grandes obras cuja consequências é arrastarem mais despesas. Ou as finanças públicas escapam à compreensão do comum dos mortais, ou como o dinheiro é dos outros todas as megalomanias são permitidas

publicado por José Manuel Constantino às 11:23

29
Abr 10

Era escusado tanto “mis en scène” para as televisões e jornais. E tantos elogios e encómios mútuos. Soa a falso. Quem governa tem a responsabilidade de condução do país. E quem é oposição o de apresentar alternativas melhores. Se circunstâncias excepcionais para o país justificam convergências que as façam. Sem descaracterizar quem é governo e quem é oposição.Com sentido de responsabilidade mas também de decoro. E sem espectáculo.

publicado por José Manuel Constantino às 10:33

28
Abr 10

Estamos a chegar ao quinto mês do ano e o Orçamento do Estado (OE) para 2010, apresentado e aprovado na Assembleia da República ainda não está publicado, nem começou a ser executado. A culpa é de quem? Não é seguramente da especulação dos mercados, nem da pressão das agências de rating.

publicado por José Manuel Constantino às 10:05

27
Abr 10

Carlos Barbosa não o fez por menos: quem manda na PT são o Estado e o BES.É caso para o perguntar : só na PT? E no resto?

publicado por José Manuel Constantino às 14:42

26
Abr 10

O Estado criou uma empresa. Essa empresa serve essencialmente para o accionista, Estado, vender à empresa os imóveis de que se pretende ver livre. E depois,a empresa, tentará  revendê-los Os resultados têm ajudado, no curto prazo, o Estado a compor os seus orçamentos. E a empresa a endividar-se.Como a empresa é do Estado. A endividar o Estado.

publicado por José Manuel Constantino às 10:55

23
Abr 10

A senhora tem razão. Pode viver onde quiser e não tem de dar satisfações a ninguém. Não deve é pedir aos outros que lhe paguem a opção de viver onde quer. Sobretudo quando o faz ao abrigo do exercício de funções públicas pelo distrito de Lisboa .

publicado por José Manuel Constantino às 14:19

22
Abr 10

O caso da deputada que sendo candidata por Lisboa vive em Paris e quer receber as custas das respectivas viagens pode suscitar um profundíssimo debate jurídico recorrendo às mais preparadas disciplinas, jurídicas e outras, incluindo a hermenêutica .Mas antes do problema jurídico da viagens está o problema politico das candidaturas a deputados. A importação (ou migração?)de deputados das regiões/distritos onde vivem e trabalham para serem candidatos por distritos que, por vezes, começam a conhecer quando são anunciados como candidatos é uma vergonha.Como é as remotas relações que são apresentadas como justificação para tais escolhas. Esta bagunçada, que todos os partidos utilizam, está na origem da situação da deputada parisiense. Por que razão não foi candidata pelo circulo da Europa? Numa situação dessas o pagamento da respectiva deslocação faria todo o sentido. O que não faz sentido é ser candidata por Lisboa e depois querer ser paga porque vive em França.

publicado por José Manuel Constantino às 12:13

21
Abr 10

Um ex-ministro das finanças, hoje presidente do tribunal de contas, critica o facto de as despesa do PIDDAC, um programa de investimento ter tido no exercício do ano de 2008 um peso excessivo de despesas correntes. É verdade. Nesse ano e nos outros, incluindo aqueles em que  foi ministro das finanças.

publicado por José Manuel Constantino às 18:00

20
Abr 10

Afinal parece que tudo não passou de um exagero Como no caso da gripe A. Mas a obsessão e o receio securitários são tantos que, como o seguro morreu de velho, mais vale prevenir que remediar.Está assim o mundo.

publicado por José Manuel Constantino às 12:22

19
Abr 10

A paródia em que se transformou a avaliação na administração pública, revela o grau de distúrbio a que se chegou. É incontável o número de horas que se perde nesta fantasia. Não haveria ninguém, no seu perfeito juízo, e que tivesse que pagar do seu bolso o custo desta operação que aguentasse a brincadeira mais que um dia. Mas na administração pública portuguesa qualquer parvoíce sustentada pelas teses de uma qualquer teoria dá para se fazer experimentação gestionária. E o medo de represálias ou de ser acusado de não querer ser avaliado leva as pessoas a aceitarem o ridículo.

publicado por José Manuel Constantino às 10:02

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Autor: JOSÉ MANUEL CONSTANTINO
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