Quando a gente pensa que sabe todas as respostas,vem a vida e muda as perguntas

29
Ago 12

Destacadas figuras da sociedade portuguesa têm nos últimos dias defendido o serviço público de televisão e, de algum modo, a recusa a qualquer solução de privatização ou concessão da RTP. E desfilados todos os argumentos chegam inevitavelmente à Constituição, a lei das leis, que se invoca sempre que se a situação o justifica para a defesa de certas posições e se manipula e instrumentaliza de acordo com a vontade das maiorias conjunturais que se vão formando, incluindo a que se agrupa no seio de quem a devia apreciar e fazer respeitar, o venerando Tribunal Constitucional. Mas reconhecendo o modo desastroso como o Governo tem conduzido este assunto, o que me surpreende não é tanto a bondade da defesa de um serviço público de televisão. É que no caso em apreço o que isso significou ao longo de muitos anos: a manutenção de uma empresa insustentável que os contribuintes suportam e cujo serviço em nada, repito, em nada pode ser invocado como de interesse público. É negócio puro e duro para quem a administra , negócio para quem com ela contrata e mau serviço público. Que os contribuintes pagam.Resultado:muitos obrigatóriamente a pagar  para que  uns poucos ganhem muito.Não me importo que ganhem o que merecem.Mas não lhes quero pagar.E não me importo de prescindir do serviço que prestam.É simples.

publicado por José Manuel Constantino às 12:11

22
Ago 12

Ontem foi o Sporting em Odivelas.Com já tinha sido com o Benfica no Seixal. Ou com o Porto em Gaia. E com muitas outras situações similares por esse país fora. E a minha pergunta é singela: pode uma entidade pública alienar uma parcela de património público a favor de uma entidade privada sem concurso público?

publicado por José Manuel Constantino às 12:16

21
Ago 12

A luta contra a evasão fiscal é necessária. Mas não precisa de ao laxismo com que muitas vezes o assunto foi tratado de fazer corresponder o fundamentalismo com que agora o pretendem tratar. Até para evitar situações como esta . E já agora a de saber se o arrendatário pode subalugar e se declara a receita.

publicado por José Manuel Constantino às 15:58

17
Ago 12

Escrevi isto em 2006: De quatro em quatro anos, após os Jogos Olímpicos, desenvolve-se uma súbita e desesperada preocupação com o futuro desportivo de Portugal. É um movimento cíclico de ressentimento e queixume. É, na grande maioria das situações, um discurso circular, repetitivo, cansativo e nostálgico onde se dizem as mesmas coisas, se inventariam os mesmos problemas, se registam os mesmos protagonistas.

Seis anos depois tudo permanece igual.

publicado por José Manuel Constantino às 15:27

16
Ago 12

Um dos maiores embustes à transparência do financiamento  dos partidos políticos é nisto que dá e de onde ninguém sai bem…até o financiamento partidário ser livre obrigando-se à simples emissão de um recibo e à declaração de rendimentos para os devidos efeitos fiscais….prefiro este sistema a um outro que camufla a origem das doações..  em envelopes,sacos de plástico ou caixas de sapatos com dinheiro vivo…

publicado por José Manuel Constantino às 11:48

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Autor: JOSÉ MANUEL CONSTANTINO
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