Quem acompanhou o modo como algumas universidades, sobretudo do setor privado, atribuiriam equivalências para efeito de obtenção do grau de licenciado não surpreende a trapalhada em que, de acordo com o noticiado, está envolvido o ministro Miguel Relvas. O caso tem o relevo que tem por se tratar de uma figura pública. Mas casos deste tipo são às centenas. E perante o que se sabe estranha-se o silencia sepulcral da tutela do Ensino Superior e Universitário ,do Conselho dos Reitores, da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior e das instituições universitárias que ainda prezam a qualificação académica por via da respetiva formação e não pela atribuição de créditos ao desbarato…