O Estado vendeu um dos ícones do país dos eventos que se pagavam a si mesmos: o Pavilhão Atlântico. E, aparentemente, fez aquilo que tinha de ser feito: abriu um concurso público, apreciou as propostas concorrentes e decidiu em conformidade. Espera-se que igual procedimento, o de concurso público, se aplique às parcelas desportivas do Complexo Desportivo do Jamor que, para já, estão a ser negociadas no segredo dos gabinetes.