Quando a gente pensa que sabe todas as respostas,vem a vida e muda as perguntas

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Não sei se é verdade ou não o conteúdo de noticias que começaram a circular a propósito das remunerações do maquinistas da CP. Qualquer que elas sejam, decorrem de contratos livremente celebrados na empresa entre empregadores e empregados. E se o respectivo sindicato tem dinheiro para pagar os dias de greve dos maquinistas a estes se deve porque para esse feito descontaram nos seus salários.É um problema que só a eles respeita. O problema é outro e diz respeito a todos nós.Os maquinistas da CP não ignoram a situação financeira da empresa onde laboram e o custo que tem uma paralisação  para uma empresa fortemente financiada com dinheiros públicos. É um custo para todos os contribuintes. E também sabem que no Natal e fim-de-ano muitos são os portugueses que precisam de se deslocar de comboio. Utilizar o dinheiro de todos e as necessidades de muitos para resolver problemas próprios por muito legítimo que seja o motivo da paralisação, é socialmente insustentável. E isto parece que os maquinistas e o seu sindicato não entendem.

publicado por José Manuel Constantino às 14:43

Haja coragem sim, Manuel, mas para racionalizar a empresa a nível de cargos de chefia, ordenados e regalias dos mesmos. O problema da CP reside aí e não nos maquinistas. Mas quem tem coragem para encarar isto e tomar medidas?...para isto, ninguém. Para os maquinistas, não é preciso ter coragem, é fácil. Mas o problema mantém-se.
António a 27 de Dezembro de 2011 às 21:53

Na minha opinião, os Maquinistas são pessoas com muito pouco Nível, sem noção de respondabilidade, e estão-se Marimbando para o País. e para os restantes trabalhadores.
São pagos muito acima da média Nacional , e ainda querem mais .
A Comunicação Social deveria publicar os salários recebidos , bem como todas as suas regalias.
Bem sei que não é possivel, mas devia ser possivel fechar a CP , como fecha qualquer empresa "Falida".
Com o nível Académico , Corriculum, e atência para "Chulisse", o resto da vida serria passado no desemprego ou a mendigar.
Ningém no seu perfeito juizo lhe daria emprego.
nupasi a 28 de Dezembro de 2011 às 15:51

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Autor: JOSÉ MANUEL CONSTANTINO
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