Quando a gente pensa que sabe todas as respostas,vem a vida e muda as perguntas

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Não sei se é verdade ou não o conteúdo de noticias que começaram a circular a propósito das remunerações do maquinistas da CP. Qualquer que elas sejam, decorrem de contratos livremente celebrados na empresa entre empregadores e empregados. E se o respectivo sindicato tem dinheiro para pagar os dias de greve dos maquinistas a estes se deve porque para esse feito descontaram nos seus salários.É um problema que só a eles respeita. O problema é outro e diz respeito a todos nós.Os maquinistas da CP não ignoram a situação financeira da empresa onde laboram e o custo que tem uma paralisação  para uma empresa fortemente financiada com dinheiros públicos. É um custo para todos os contribuintes. E também sabem que no Natal e fim-de-ano muitos são os portugueses que precisam de se deslocar de comboio. Utilizar o dinheiro de todos e as necessidades de muitos para resolver problemas próprios por muito legítimo que seja o motivo da paralisação, é socialmente insustentável. E isto parece que os maquinistas e o seu sindicato não entendem.

publicado por José Manuel Constantino às 14:43

Caro Dinis Veiga, por muito que se desdobre em justificações e explicações, isso não lhe dá razão nenhuma na defesa da greve, se, como afirma, se trata de um incumprimento de uma decisão do Supremo Tribunal Administrativo, casos de Tribunal, são resolvidos em Tribunal, o dinheiro que o sindicato gasta a pagar os dias de greve, que o empregue num processo judicial contra a empresa incumpridora e assim não inferirá negativamente, na vida de quem não tem culpa nenhuma, em vez da justificação que tenta dar, seria muito mais credível e honesto, se dissesse; os maquinistas optaram pela greve no período de Natal e Ano Novo para passar estes dias em família, como não sei a idade do meu amigo, não lhe posso lembrar uma greve feita no tempo do faxismo, pela Carris, onde ninguém parou, apenas não cobravam bilhetes, prejudicar a empresa e poupar os seus utentes, se assim fosse teriam o apoio de toda a gente
Joaquim Gil a 27 de Dezembro de 2011 às 22:58

O assunto que o supremo decidiu arrasta-se à 15 anos, como sabe os maquinistas não fazem serviço comercial, não interferem com pagamentos e recebimentos, nem controlo de títulos e não é de esperar mais 15 anos por outra decisão que obrigue ao cumprimento.

Dou-lhe outra informação à frente da Tranved, esta o Sr. Pires da Fonseca e à frente da CP Lisboa está a Sr.ª Claudia de Freitas, veja o que são um ao outro e à frente da CP está quem lá foi colocado para desmantelar a CP.
Sobre a greve da Carris em 69, foi outra época, e o meu amigo só não anda à borla na CP Lisboa porque precisa passar nas gates existentes na linha de Sintra.
Existem estações onde as maquinas estão avariadas à meses e os clientes que não tem passe viajam à borla. O escandalo teve proporções que acabaram com os ¼ de bilhete, mas ainda ficou com os meios para passar as gates.
Dinis Veiga a 27 de Dezembro de 2011 às 23:40

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Autor: JOSÉ MANUEL CONSTANTINO
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